A doença residual mínima emerge como um novo critério de resposta ao tratamento do MM, sendo um parâmetro usado na decisão da estratégia terapêutica. O Prof. Doutor Alberto Órfão, diretor da Unidade de Citometria e professor na Unidade de Salamanca, dedicou a sua apresentação ao papel da DRM.
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo



