Entrevistas

Novas abordagens de tratamento para as síndromes mielodisplásicas

02 Set. 2020

Os dados do estudo Pevonedistat-2001 (fase 2) foram recentemente divulgados no Congresso da American Society of Clinical Oncology (ASCO) e durante a 25.ª edição do Congresso Anual da European Hematology Association (EHA), que decorreu, este ano, num ambiente totalmente virtual. Os resultados deste ensaio clínico, que comparou a estratégia de combinação de pevonedistat (inibidor da enzima ativadora de NEDD8) + azacitidina versus azacitidina em monoterapia em doentes com síndromes mielodisplásicas (SMD) de alto risco, foram comentados pela Prof.ª Doutora Emília Cortesão, hematologista clínica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. A especialista adiantou que este ensaio clínico de fase 2 “demonstrou melhoria da sobrevivência global, sobrevivência livre de eventos (morte ou transformação para leucemia mieloide aguda (LMA), remissão completa e independência transfusional no braço da associação vs. azacitidina em monoterapia”.

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