Um estudo europeu que teve por base 1.980 infetados com problemas de insuficiência respiratória – em sete epicentros de Espanha e Itália (Milão, Monza, Madrid, São Sebastião e Barcelona) – decidiu analisar o genoma e o ADN de cada um destes utentes e concluiu que o tipo de sangue pode influenciar a gravidade dos sintomas.
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