Atualidade

05 Fev. 2021

Apresentado na ASH 2020 pelo Prof. Doutor Paolo Ghia, o estudo ASCEND comparou o tratamento com acalabrutinib em monoterapia versus idelalisib + rituximab (IdR) ou bendamustina + rituximab (BR), como estratégia de tratamento da leucemia linfocítica crónica (LLC) refratária/em recaída (R/R). Os resultados deste ensaio de fase 3 revelaram que acalabrutinib (um inibidor de segunda geração, seletivo e covalente da BTK) aumentou significativamente a sobrevivência livre de progressão (SLP), por comparação com os regimes de IdR e BR, evidenciando, neste estudo, um perfil de segurança favorável em doentes com LLC em R/R. No seguimento da apresentação deste estudo, registamos, neste artigo, a opinião da Dr.ª Daniela Alves, hematologista no Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Norte/Hospital de Santa Maria.

05 Fev. 2021

Dr.ª Cátia Gaspar, hematologista no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, confessa-se uma adepta da utilização dos inibidores da BTK, uma classe de fármacos que, na sua opinião, “alterou o paradigma do tratamento da leucemia linfocítica crónica (LLC)”, além de outras “doenças linfoproliferativas, como o linfoma do manto e a Macroglobulinémia de Waldenström (MW)”. A especialista revela que “ibrutinib (um inibidor da BTK de primeira geração), devido ao facto de ser “menos seletivo, tem uma atividade mais ampla” e, por isso, promove “a inibição de outras cinases além da BTK, expressas em múltiplas células e vias do organismo”. Como a ação deste fármaco não está limitada ao linfócito B damaged”, os estudos de “vida real” têm apresentado efeitos adversos off-target associados a ibrutinib. Alguns destes estudos de “vida real” com ibrutinib estiveram em destaque na reunião anual da ASH 2020, que decorreu de 5 a 8 de dezembro.

01 Fev. 2021

Motivadas pelo contexto atual de pandemia, a Daiichi-Sankyo e a News Farma desenvolveram um Programa de Aceleração Digital para que os profissionais de saúde possam utilizar da melhor forma as ferramentas digitais no exercício da Telemedicina.

01 Fev. 2021

A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) manifestou às entidades competentes – Ministério da Saúde e INFARMED – a sua preocupação face ao panorama atual de escassez de formulações de imunoglobulina G polivalente para a administração por via endovenosa/subcutânea. Este problema afeta mais de 2 mil portugueses que dependem desta terapêutica substitutiva com imunoglobulina.

01 Fev. 2021

De acordo com um estudo publicado recentemente na revista Stem Cells Translational Medicine, o uso de células estaminais mesenquimais extraídas do tecido do cordão umbilical é um procedimento eficaz e seguro no tratamento de doentes com COVID-19 em fase aguda. O estudo, levado a cabo pela Universidade de Miami, nos EUA, materializou-se na realização de um ensaio clínico de fase I e II, com a inclusão de 24 doentes.

18 Jan. 2021

Em junho do ano passado foram publicados, no Haemophilia, os resultados do estudo Continuation (fase 3b), que avaliou a segurança e eficácia de rurioctocog alfa pegol – um fator VIII recombinante humano peguilado com semivida prolongada – como estratégia profilática e de tratamento de episódios hemorrágicos em doentes com hemofilia A grave.

18 Jan. 2021

Na 62nd ASH Annual Meeting and Exposition, que decorreu de 5-8 de dezembro, em formato virtual, foram apresentados quatro estudos que sugerem um melhor perfil de segurança a nível cardiovascular dos inibidores da tirosina cinase de Bruton (BTK) de segunda geração, apontando especificamente o exemplo de acalabrutinib. Estes dados foram comentados pela Dr.ª Adriana Roque, hematologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que fez uma revisão de quatro estudos apresentados na ASH 2020.

15 Jan. 2021

A Kite, uma empresa da Gilead, anuncia que a Comissão Europeia concedeu autorização condicional de introdução no mercado para o brexucabtagene autoleucel, células CD3+ autólogas transduzidas com anti-CD19, uma terapia celular CAR-T (Chimeric Antigen Receptor CAR), para doentes adultos com linfoma de células do manto recidivante ou refratário, após duas ou mais linhas de terapia sistémica, incluindo um inibidor da tirosina cinase de Bruton (BTK). 

04 Jan. 2021

O estudo realizado na Universidade de Sevilha, Espanha, descobre que um dos fatores que provoca a hipoxemia silenciosa é a infeção do corpor carotídeo, quimirrecetor localizado perto da artéria carótida comum. Os doentes afetados apresentam pneumonia severa e uma redução significativa dos índices de oxigénio na corrente sanguínea. No entanto, ao contrário do expectável por serem sintomas frequentes associados à hipoxemia, estes doentes não sofrem de dispneia.

04 Jan. 2021

A empresa Sanguina, sediada em Atlanta, lançou a app AnemoCheck Mobile que mede os níveis de hemoglobina através da análise da foto das unhas do utilizador. A aplicação está já disponível na Google Play Store e brevemente estará para IOS.

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