Atualidade
Esta aplicação foi criada pela Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) para apoiar pessoas com doença hemato-oncológica e os seus cuidadores na gestão integrada de todo o percurso da doença.
Neste estudo apresentado na conferência anual de 2025 da American Society of Hematology (ASH) (#presentation ID2667) os autores do estudo procuraram determinar a prevalência de sobrecarga de ferro em pessoas com doença falciforme, bem como as práticas de rastreio e diagnóstico em comparação com as recomendações das diretrizes.
O webinar “Conversas em Linfoma” reúne as hematologistas Diana Viegas, do IPO de Lisboa, e Sara Duarte, da ULS de Coimbra, para uma análise aprofundada do cenário atual do linfoma em Portugal, com especial enfoque nas opções terapêuticas para doentes com linfoma difuso de grandes células B recaído/refratário.
Um estudo recente, publicado na revista Blood Advances, identificou novas associações genéticas relacionadas à leucemia linfocítica crónica (LLC), fornecendo novos insights sobre os mecanismos biológicos que influenciam o desenvolvimento da doença. A investigação analisou mais de 55 mil polimorfismos genéticos associados à autofagia em milhares de doentes e controlos.
Um ensaio clínico de fase 3 mostrou resultados positivos no tratamento de crianças com púrpura trombocitopénica imune (idiopática) (PTI) recém-diagnosticada (63%) que tinham apresentado falha inicial após observação ou tratamento médico). O estudo envolveu 118 pacientes de 1 a 18 anos, acompanhados por centros do Pediatric PTI Consortium of North America, entre 2019 e 2025.
Um estudo publicado no Future Science OA avaliou o ChatGPT 3.5 em questões de hemato-oncologia, mostrando que a IA teve melhor desempenho em perguntas gerais sobre cancro (pontuação média 3,38) do que em questões sobre terapias inovadoras ou mutações específicas (média 3,06), que frequentemente apresentavam informações incompletas ou desatualizadas.
Comparando com dados de ensaios clínicos, informações da população dos Estados Unidos indicam menor eficácia dos agentes hipometilantes (HMA) em doentes com síndromes mielodisplásicas (SMD). Os autores deste estudo procuraram identificar fatores associados aos padrões de utilização destes fármacos, num estudo publicado na revista Blood Neoplasia.
Mulheres com doença falciforme apresentam risco significativamente maior de desenvolver pré-eclâmpsia do que a população geral, mas um simples teste sanguíneo poderá ajudar a identificar as doentes com maior probabilidade de desenvolver a complicação. Uma análise retrospetiva revelou que níveis baixos do fator de crescimento placentário (PlGF) permitiram identificar a pré-eclâmpsia de início precoce com 100% de sensibilidade e especificidade entre as 20 e as 24 semanas de gestação, mantendo uma sensibilidade próxima dos 100% até às 35 semanas.
A investigadora Cristina Barrias, do i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto, foi distinguida com o Prémio de Investigação em Medicina Regenerativa na sua 4.ª edição. O prémio reconhece o seu trabalho inovador na criação de tecidos humanos vascularizados em laboratório, um dos maiores desafios da medicina regenerativa.
A American Society of Hematology (ASH) lançou o Blood Health Information Hub, um novo recurso que disponibiliza informação rigorosa, fiável e confiável sobre temas relevantes na área da Hematologia, dirigida a doentes e ao público em geral.




