Opinião

A importância do TEV para os doentes com cancro
Dr. Miguel Barbosa, oncologista do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro e membro do Grupo de Estudos de Cancro e Trombose (GESCAT)
22 Out. 2018

O tromboembolismo venoso (TEV) é uma entidade que inclui a trombose venosa profunda e a sua maior complicação, a embolia pulmonar. Na trombose venosa profunda forma-se um trombo (coágulo de sangue) numa veia localizada profundamente que dificulta ou impede o fluxo normal de sangue. A maioria dos trombos ocorre na coxa ou na perna, mas também podem acontecer no braço ou noutras partes do corpo.

 

Linfoma de Hodgkin: neoplasia rara mas altamente curável
Prof. Doutor Herlander Marques, oncologista no Hospital de Braga e investigador no Centro Clínico Académico
24 Set. 2018

O linfoma de Hodgkin (LH) é uma neoplasia rara mas, atualmente, altamente curável. A sua incidência anual é de dois/três por 100 mil pessoas na Europa e na América do Norte, mas a sua mortalidade anual é de apenas 0,4 por 100 mil. Apresenta uma distribuição etária bimodal, com o primeiro pico nos adolescentes e jovens adultos e o segundo após os 55 anos.

 

Transplantação de medula óssea e infeção por citomegalovírus
Prof. Doutor Manuel Abecasis, diretor do Departamento de Hematologia do IPO de Lisboa
24 Set. 2018

A transplantação de células hematopoiéticas (TCH) é largamente utilizada no tratamento de doenças hemato-oncológicas e de outras situações hematológicas de natureza não oncológica.

 

Leucemia aguda linfoblástica na criança
Vítor Costa, assistente graduado de Pediatria com a subespecialidade de Oncologia Pediátrica
05 Abr. 2018

A leucemia aguda linfoblástica (LAL) é a neoplasia mais comum da idade pediátrica – seis mil casos por ano, constituindo um terço das neoplasias da criança. No entanto, esta patologia também atinge os adultos, sendo a sua incidência de aproximadamente 48 mil casos por ano. Em Portugal é de 60 a 75 casos por ano. O pico de incidência é entre os dois e os cinco anos de idade. Contudo, é uma patologia rara na criança.

Mieloma múltiplo: identificação precoce dá aos doentes oportunidade de maior sobrevivência
Dr. Fernando Leal da Costa, IPO de Lisboa
04 Dez. 2017

O mieloma é uma doença relativamente rara, basicamente incurável, com cerca de 500 casos novos/ano em Portugal. Ligeiramente mais frequente nas mulheres do que em homens, é uma gamapatia monoclonal, situada no espectro das doenças linfoproliferativas. É, por excelência, a doença maligna dos linfócitos B produtores de anticorpos, denominados de plasmócitos. Assim, é uma doença com características de linfoma e leucemia linfocítica crónica, com agressividade variável e clínica diversificada.

Tromboembolismo venoso (TEV) e cancro
Dr. Sérgio Barroso, presidente do Grupo de Estudos de Cancro e Trombose (GESCAT)
23 Out. 2017

O tromboembolismo venoso (TEV), entidade que engloba a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP), constitui uma das três principais causas de morte cardiovascular no mundo. Trata-se, genericamente, de uma situação clínica provocada pela formação de coágulos no sistema venoso (habitualmente dos membros inferiores) que provocam a sua obstrução (TVP) e, em cerca de 25-50% dos casos, a sua posterior fragmentação e progressão (embolização) para o sistema arterial pulmonar (EP).

Linfoma não-Hodgkin: o switch de IV para subcutâneo no rituximab e trastuzumab
Enf.ª Cristina Correia de Lacerda, IPO de Lisboa
05 Jun. 2017

A incidência do linfoma não-Hodgkin (LNH) tem aumentado globalmente e com o aumento da idade média de vida prevê-se que continue a aumentar. No tratamento deste tipo de patologia utiliza-se rituximab, um anticorpo monoclonal, que tem como alvo as células CD20 onde se liga e erradica as células de linfoma através de três mecanismos: citoxicidade dependente do complemento (CDC), citoxicidade celular dependente do anticorpo (ADCC) e por morte celular direta. O rituximab liga-se especificamente ao antigénio transmembranar, CD20, uma fosfoproteína não-glicosilada, localizada nos linfócitos B maduros e nos linfócitos pré-B.

Avaliação da qualidade de vida do doente com mielofibrose
Prof.ª Doutora Ana Macedo, hematologista do Centro Hospitalar do Algarve
06 Abr. 2017

A mielofibrose é uma neoplasia mieloproliferativa rara cujo diagnóstico, muitas vezes difícil, se baseia em critérios clínicos, morfológicos, citogenéticos e moleculares. Não havendo, no entanto, nenhuma característica patognomónica, o diagnóstico de exclusão acaba por ser o método disponível.

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Hematologia e Oncologia, 23, setembro 2018

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Transplantação de medula óssea e infeção por citomegalovírus
Prof. Doutor Manuel Abecasis, diretor do Departamento de Hematologia do IPO de Lisboa

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