Entrevistas

“O laboratório tem de dirigir a sua pesquisa molecular em função do que se passa com o doente”

05 Abr. 2018

A Prof.ª Doutora Carmo Fonseca, presidente do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa (iMM Lisboa), marcou presença na reunião “CML & AML Lab Expert Meeting”, promovida pela Novartis no dia 23 de março, em Coimbra. A especialista abordou as novas tecnologias laboratoriais que permitem olhar para alterações em múltiplos genes simultaneamente, focando a sua apresentação na leucemia mieloide aguda (LMA). Assista ao vídeo.

Através destas tecnologias, a Prof.ª Doutora Carmo Fonseca avança que é possível escolher o melhor tratamento para cada doente, bem como “caracterizar melhor o cancro daquele indivíduo em particular em termos de prognóstico - se vai progredir de forma mais ou menos agressiva - ou mesmo o risco de responder melhor ou pior às terapias existentes”.

A Prof.ª Doutora Carmo Fonseca considera que estes momentos de discussão entre as comunidades médica e laboratorial “são fundamentais”, pois “o laboratório tem de dirigir a sua pesquisa molecular em função do que se passa com o doente e, por outro lado, o clínico tem de utilizar o resultado do teste laboratorial e discuti-lo com o técnico de laboratório”.

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